segunda-feira, 30 de abril de 2012

Asiago




Queijo italiano com textura aerada e casca acetina quando jovem, o asiago tem duas variações: o pressato e o d´Allevo. O primeiro é elaborado com leite integral e curado por 20 a 30 dias, que resulta num queijo com gosto adocicado. Já o outro, passa por um lento processo de maturação. Depois de dois anos em maturação, adquire um sabor mais forte.
queijosnobrasil.com.br

domingo, 29 de abril de 2012

Nhoque de Abóbora

Olá, como vai você?
Uma boa pedida para quem gosta de abóbora. Esta receita foi publicada no site M de Mulher.
Aproveite!

Nhoque de Abóbora

Ingredientes:

. 1,8 kg de abóbora-menina madura, com casca, cortada em pedaços 
. 3 1/2 xícaras de ricota (700 g)
. 1 gema
. 1 1/2 xícara de queijo parmesão ralado (165 g)
. 1 xícara de farinha de trigo (120 g)
. 1 colher (chá) de sal
. 1/2 colher (chá) de noz-moscada

Para o molho:
. 1/2 colher (sopa) de orégano seco (opcional)
. 1/2 xícara de manteiga (100 g)
Modo de preparo:

Preaqueça o forno a 250ºC (bem quente). Numa assadeira, leve a abóbora ao forno preaquecido até que fique macia (cerca de 1 hora e 10 minutos). Retire a polpa da casca com uma colher e passe por uma peneira, sobre uma tigela, amassando devagar para tirar o excesso de líquido. Numa panela grande, ferva 5 litros de água em fogo alto. Passe pelo processador a ricota, a gema, o queijo parmesão (reserve 1 1/2 colher de sopa para polvilhar), a farinha, o sal e a noz-moscada até obter uma mistura pastosa. Junte à abóbora peneirada e misture com uma colher de pau até obter uma massa homogênea. Retire porções de massa equivalentes a 1/2 colher (sopa) e despeje aos poucos na água fervente. Conforme forem subindo à superfície, tire com uma escumadeira e reserve numa travessa grande.

Molho: numa panela pequena, leve ao fogo alto o orégano e a manteiga até que derreta (cerca de 3 minutos). Derrame sobre o nhoque e misture delicadamente. Polvilhe o queijo parmesão reservado e sirva em seguida. 

Foto: Ormuzd Alves
Preparo: Médio (de 30 a 45 minutos)
Rendimento: 8
Dificuldade: Médio
Calorias: 441
Fonte-http://mdemulher.abril.com.br/receitas/delicias-da-calu/nhoque-de-abobora-0

sábado, 28 de abril de 2012

Cubiu ou Maná

Cubiu ou Maná


Não se assuste o observador com a aparência agressiva das folhas deste arbusto: seus espinhos longos, se bem esquivados, não hão de impingir riscos a quem quiser alcançar a fruta, o que certamente vale o esforço.

Se não pelo sabor, pouco especial talvez, mas agradável, ao menos pela riqueza nutritiva que o cubiu oferece. Sabe-se que é fruta muito rica em ferro, sendo fonte de vitamina B e pectina. Hoje, o cubiu é, inclusive, muito cobiçado por laboratórios farmacêuticos de diversas partes do mundo, para a extração de diverasas partes ativas na produção de medicamentos para o controle do colesterol.

É preciso, no entanto, cuidado para que não seja confundido, pois o cubiu, cobió ou cúbio varia muito de forma – redonda, achatada, quinada, cilíndrica ou cordiforme – e no tamnaho.



O cubiu é fruto da família das Solanáceas, à qual pertencem também o camapu, o tomate-de-árvore e a “naranjilla”, entre outros. Inicialmente verde, passando a amarelo quando maduro até se tornar marrom-avermelhado, o cubiu é originário da Amazônia e frequente nos estados do Amazonas e do Pará. Geralmente, nessas localidades, é produzido em escala doméstica.

No entanto, já é comum mencionarem-se as potencialidades da fruta no cenário da agricultura moderna, considerando-se tanto a rusticidade e a boa capacidade de produção desse arbusto como a gama de usos que a fruta possibilita. No interior de São Paulo, por exemplo, começam a se constituir plantios comerciais de cubiu, que, por ali, vem sendo identificado com o nome de maná.

Além do potencial de suas propriedades medicinais, o cubiu pode ser consumido ao natural ou na forma de sucos, doces e geléia, esta última utilizada em pratos sofisticados, como acompanhamento para carnes vermelhas, frango ou peixes. Por tudo isso, trata-se, seguramente, de uma fruta que pode contribuir para a melhoria da dieta alimentar das populações de baixa renda no país.

Nome científico: Solanum sessiliflorum  Dunal
Família botânica: Solanaceae
Origem: Amazônia ocidental
Características da planta: Arbusto escandente de até 2 metros de altura. Folhas grandes, de forma muito variável, podendo atingir mais de 20 cm de comprimento. Flores grandes e amareladas.
Fruto: Tipo hesperídio, globoso a alongado, de 7 a 10 cm de diâmetro, de coloração amarelo-alanjado até avermelhado quando maduro. Polpa amarelada, aquosa, ácida, envolvendo muitas sementes.
Frutificação: Verão, porém o ano todo quando cultivado
Propagação: Semente ou propagação vegetativa

Fonte-http://poderdasfrutas.com/fruta-cubiu/

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Curuba





curuba é uma fruta originária da Colômbia e pertence à família Araceae. A curuba não se trata de um mini pepino como muitas pessoas dizem. A curuba é “prima” do maracujá e tem um sabor mais azedo. A curuba também pode ser conhecida como folha-de-fonte.
A curuba é uma fruta exótica, com um sabor atraente para receitas sofisticadas. Podemos substituir de vez em quando, a vitamina C contida na laranja pela vitamina C da curuba, este nutriente contribui para a regeneração dos tecidos e fortalecimento do sistema de defesa do organismo. A curuba também é rica em vitamina A e possui sais minerais como o fósforo, responsável pelo metabolismo dos ossos e dentes.
A curuba é muito eficaz no combate do ácido úrico, erisipela, inflamação reumática, evita a úlcera e é benéfica para os rins e a bexiga. A melhor forma de consumir a curuba é ao natural.
Dica: Experimente bater a curuba no liquidificador com um pouco de leite, adoce e coe. Você irá provar um "smoothie", atual hit em Bogotá.
Fonte-http://www.todafruta.com.br/noticia/28632/CURUBA

quinta-feira, 26 de abril de 2012

Mozzarela



terra.com.br


Massa filada

Mozzarela

Características: seu sabor é fresco, lácteo, agradavelmente ácido. Quando fresco sua textura é tenra e borrachuda. Após onze dias de maturação, adquire consistência mais cremosa e fundente, ideal para utilização em pizzas

Origem: Itália Meridional

Leite: utiliza leite integral e fresco pasteurizado, e uma vez coagulado e prensado, produz uma massa láctica branca e úmida

Sirva com/Combina com: é um queijo tipicamente culinário, que se pode consumir frio, puro ou em saladas, ou cozido, compondo saborosas pizzas, massas e recheios. “O mercado de pizzarias é o responsável pelo crescimento constante do volume consumido. Hoje a mozzarela representa sozinha, 30% do volume total de queijos no Brasil”, informa Carolina Duarte, nutricionista da Tirolez. “Um casamento maravilhoso para o deleite de todos os gourmets”, reforça 

Fonte: Mireille Sauron, consultora de queijos do Pão de Açúcar; chef Alain Uzan; Marcos Madeiro, gerente comercial Brasil da Allfood; Carolina Duarte, nutricionista da Tirolez
Foto: Getty Images

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Rambutão








Rambutão

O Rambutão é cultivado na Tailândia, Indonésia, Filipinas, Suriname, Colômbia, Costa Rica e Cuba. Há pouco tempo, ela passou a integrar as prateleiras das lojas especializadas em frutas finas em São Paulo. A textura, o gosto e a forma de comer – mastigando ao redor da semente - se assemelham à lichia, segundo Gil Felippe.
Foto: Edson Lopes Jr. / Terra

terça-feira, 24 de abril de 2012

Pimenta do reino


A pimenta-do- reino é parceira do sal no mundo ocidental faz séculos. Ela confere seu próprio sabor aos pratos e também acentua o gosto de outros ingredientes. Ela, além de interessante, estimula o apetite e nos dá uma sensação gentil de calor.  No uso de qualquer especiaria o ideal é adquiri-la inteira. Tudo o que já vem moído pode incluir ingredientes desnecessários e maléficos à saúde. É comum o uso de conservantes, colorantes e matérias primas  já velhas. A pimenta-do- reino não é exceção e é sempre melhor compra-la inteira e depois moer só na hora do uso.


Colheita de pimenta-do-reino na Índia


Nascida na Índia, berço de tantas especiarias, a pimenta-do-reino alçou voo, agradou gregos e troianos e é a especiaria mais apreciada e comercializada do mundo. De vegetarianos a receitas para emagrecer, passando por apreciadores de doces e salgados ou secos e molhados, conquistando a simpatia de grandes chefs, a pimenta-do-reino está presente desde casas modestas até os restaurantes mais sofisticados do planeta. Seu nome científico é Piper Nigrum, usada em larga escala como condimento, em indústrias de carnes e conservas, e como remédio fitoterápico. Felizmente é plantada no Brasil, que recentemente atingiu a cifra de 50 mil toneladas por ano. Claro que  não consumimos tanta pimenta-do-reino, fato que enriquece cofres federais com a exportação da especiaria para os Estados Unidos, Holanda, Argentina, Alemanha, Espanha, México e França.  No Brasil, o consumo não ultrapassa 10% desta produção, por enquanto!
Importância sócio-enconômica.
A pimenta-do-reino é uma das principais pautas de exportação do Pará. Forte geradora de renda para famílias rurais, emprega 50 mil pessoas no período de safra. Atualmente  é cultivada em mais de 100 municípios de vários estados: Pará, Espírito Santo, Bahia, Maranhão, Ceará, Paraíba e Amapá. Benefícios.
Saúde
A pimenta-do-reino possui uma substância que se chama piperina. Um nome que não devemos esquecer. A piperina  provoca a liberação de endorfina – verdadeira  morfina interna , analgésico natural extremamente potentes que o nosso cérebro fabrica! O mecanismo é simples: Assim que você ingere um alimento apimentado, a piperina ativa  receptores sensíveis na língua e na boca. Eles  transmitem ao cérebro uma mensagem primitiva e genérica, de que a sua boca estaria pegando fogo. Tal informação, gera, imediatamente, uma resposta do cérebro no sentido de salvá-lo desse fogo. Embora a pimenta não tenha provocado nenhum dano físico real, seu cérebro, enganado pela informação que sua boca estava pegando fogo, inicia, de pronto, a fabricação de endorfinas, que permanecem um bom tempo no seu organismo, provocando uma sensação de bem-estar. Quanto mais ardida a pimenta, mais endorfina é produzida! E quanto mais endorfina, menos enxaqueca.  Fitoterautas  indicam que a piperina é um alcaloide extraído das suas sementes, um estimulante natural que intervêm na absorção de selênio, vitamina B, betacaroteno e auxilia na digestão. Estudos recente atestam que a piperina tem um grande poder de ação antioxidante e antienvelhecimento.
Quem pensa ainda que a pimenta-do-reino deve ser evitada pelo seu ardido, pois provoca gastrite, úlcera, pressão alta e é terrível para a hemorroida, pode tratar de mudar o seu conceito. Além de ótimo tempero, ela contém uma série de medicamentos naturais, tais como: analgésico, anti-inflamatório, xarope, vitaminas, propriedades estas que os homens primitivos já haviam descoberto e que hoje são comprovadas pela ciência.
IMPORTANTE: pessoas com gastrite, úlcera e hemorroidas devem consumir a especiaria com muita parcimônia. Tendo reação adversa, procurar sempre um especialista.
DICA . Quando comemos um prato muito ardido, a primeira ideia que vem à mente é tomar um copo d’água. É errado. Pode não parecer, mas a água acentua a sensação de dor. O melhor são os derivados do leite, porque possuem caseína, uma substância que retira a piperina dos receptores nervosos localizados na boca. Por isso, alguns pratos da culinária indiana são acompanhados de molho de iogurte (conforme relatei em minha viagem à Índia, registrada nas matérias publicadas em  A Nova Rota das Especiarias). Na Tailândia eles usam o açúcar para aliviar o ardor. Basta uma colher de chá .
armazemdasespeciarias.com.br

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Pera do Campo


Pera do campo

A fruta é cultivada no cerrado brasileiro e hoje é rara por causa da devastação da vegetação. Segundo Silvestre Silva, fotógrafo e pesquisador das frutas no País, ela tem o mesmo tamanho e formato que a pera comum, porém, tem a casca aveludada. “Se você passa o dedo para cima e para baixo, ela muda de cor”, disse ele. Outra característica mencionada pelo estudioso é que a pera do campo é amarga como o limão.
Foto: Silvestre Silva / Divulgação


domingo, 22 de abril de 2012

Não há dor que doa como a dor de uma saudade...





Saudade
Patativa do Assaré(Antônio Gonçalves da Silva)

Saudade dentro do peito
É qual fogo de monturo
Por fora tudo perfeito,
Por dentro fazendo furo.

Há dor que mata a pessoa
Sem dó e sem piedade,
Porém não há dor que doa
Como a dor de uma saudade.

Saudade é um aperreio
Pra quem na vida gozou,
É um grande saco cheio
Daquilo que já passou.

Saudade é canto magoado
No coração de quem sente
É como a voz do passado
Ecoando no presente.

A saudade é jardineira
Que planta em peito qualquer
Quando ela planta cegueira
No coração da mulher,
Fica tal qual a frieira
Quanto mais coça mais quer.

Antônio Gonçalves da Silva, conhecido como Patativa do Assarénasceu numa pequena propriedade rural de seus pais em Serra de Santana, município de Assaré, no sul do Ceará, em 05-03-1909. Filho mais velho entre os cinco irmãos, começou a vida trabalhando na enxada. O fato de ter passado somente seis meses na escola não impediu que sua veia poética florescesse e o transformasse em um inspirado cantor de sua região, de sua vida e da vida de sua gente. Em reconhecimento a seu trabalho, que é admirado internacionalmente, foi agraciado, no Brasil, com o título de doutor "honoris causa" por universidades locais. Casou-se com D. Belinha, e foi pai de nove filhos. Publicou Inspiração Nordestina, em 1956. Cantos de Patativa, em 1966. Em 1970, Figueiredo Filho publicou seus poemas comentados Patativa do Assaré. Tem inúmeros folhetos de cordel e poemas publicados em revistas e jornais. Sua memória está preservada no centro da cidade de Assaré, num sobradão do século XIX que abriga o Memorial Patativa do Assaré. Em seu livro Cante lá que eu canto cá, Patativa afirma que o sertão enfrenta a fome, a dor e a miséria, e que "para ser poeta de vera é preciso ter sofrimento".
O poeta faleceu no dia 08/07/2002, aos 93 anos.

O texto acima foi extraído do livro "Ispinho e Fulô", editado pela Universidade Estadual do Ceará/Prefeitura Municipal de Assaré - 2001, pág. 138.
http://www.releituras.com

sábado, 21 de abril de 2012

Brasilia-DF

Aniversário da cidade - 21 de abril.

bandeira Distrito Federal
Bandeira de Distrito Federal

Capital da República Federativa do Brasil, Brasília é a sede de governo do Distrito Federal, sendo a quarta cidade brasileira mais populosa. No censo demográfico realizado pelo IBGE em 2010, sua população é de 2 562 963 de habitantes. Brasília também possui o segundo maior PIB per capita do Brasil (40 696,00 reais) entre as capitais, superada apenas por Vitória (60 592,00 reais). Junto com Anápolis (139 km) e Goiânia (209 km), faz do eixo Goiânia-Anápolis-Brasília a região mais desenvolvida do Centro-Oeste brasileiro.

Inaugurada em 21 de abril de 1960, pelo então presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, Brasília é a terceira capital do Brasil, após Salvador e Rio de Janeiro. A transferência dos principais órgãos da administração federal para a nova capital foi progressiva, com a mudança das sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário federais.

O plano urbanístico da capital, conhecido como "Plano Piloto", foi elaborado pelo urbanista Lúcio Costa, que, aproveitando o relevo da região, o adequou ao projeto do lago Paranoá, concebido em 1893 pela Missão Cruls. O lago armazena 600 milhões de metros cúbicos de água. Muitas das construções da Capital Federal foram projetadas pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

Bardana

Raiz de Bardana


Bardana
Raiz de Bardana

Aparentemente, sua raiz se parece com uma mandioquinha. Diz a lenda que suas folhas curaram o reio Henrique III, da França, de uma doença de pele. Popularizada entre os japoneses, a bardana ou gobô é uma planta com diversas propriedades nutricionais e medicinais.

Nome

O nome científico Arctium lappa deriva do grego, sendo arctos (urso) e lappa, "eu tomo". Popularmente a bardana tem diversos nomes: pegamassa, pegamasso, pegamoço, erva dos tinhosos, orelha gigante, carrapicho grande e carrapicho de carneiro. No português lusitano, bardana maior ou herba dos namorados. Em japonês, gobô. Em inglês, great burdock. Em espanhol, lampazo mayor. Alemão, grossa klette. Francês, grand bardane e, em italiano, bardana.



bardana
Flor da Bardana
Foto-http://farmaeco.com.br
Origem

Apesar de ser originária da Europa e de ser muito consumida em Portugal, França e Itália, acredita-se que o Japão foi primeiro país a cultivar a bardana, pois é na culinária japonesa que sua raiz é mais difundida. De fácil adaptação ao clima onde é plantada, sua semente pode ser semeada praticamente em qualquer lugar do mundo, desde que encontre as condições ideais: lugar úmido, com solo arenoso, profundo e sombreado. No Brasil é mais facilmente encontrada nos meses mais quentes e úmidos.




Pertencente à família Asteraceae, esta herbácea pode chegar a um metro de altura. Seu caule é firme e suas folhas são grandes e isoladas. Os frutos são secos e providos de espinhos que facilitam sua dispersão. As flores são brilhantes e o tom da cor é uma mistura entre o marrom e o rosa.

Propriedades nutricionais

A raiz da bardana é fonte de proteínas, glicídios, fibras, cálcio, fósforo, ferro, riboflavina, niacina, vitaminas A e B1, além de ser rica em sais minerais. 100 gramas do vegetal fornecem 82 calorias. Segundo alguns produtores japoneses, a maioria das propriedades nutricionais estão concentradas na casca e por isso é importante não retirá-la. O restaurante Vegethus, em São Paulo, utiliza a raiz nas receitas de feijoada, salpicão e feijão azuki. Além de prepararem um delicioso azeite à base da raiz. Entre a comunidade japonesa, a bardana ou o gobô, como é mais conhecida, é normalmente refogada com shoyu e sal ou usada nas receitas de tempurá.

Propriedades medicinais

As folhas da bardana são benéficas para a pele porque possuem propriedades anti-inflamatórias, anti-sépticas e fungicidas. Suas compressas são indicadas para tratamento de erupções cutâneas, doenças que ressecam e descamam a pele e para aliviar picadas de insetos. O chá combate desde prisão de ventre e gastrite, até bronquite, catarro preso e hemorróidas.

As raízes e sementes, muito usadas pelos orientais, servem para tratar cálculos renais, reumatismos e problemas da vesícula. Além de muito nutritiva, a raiz é considerada um estimulante do sistema nervoso, benéfica para as doenças dos ossos, diurética, depurativa, antitérmica e antibacteriana. O óleo (Oleum bardanae) retirado das sementes pode ser usado para combater a queda de cabelo.

No entanto, a bardana é contra-indicada durante a gravidez por sua ação estimulante uterina. E suas sementes podem provocar irritação no trato urinário.

Onde encontrar: A raiz pode ser encontrada em lojas de produtos japoneses, cooperativas agrícolas e feiras livres.

Fonte: Revista dos Vegetarianos
http://www.cantinhovegetariano.com.br

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Catarina de Médici



“A corte dos Médicis era conhecida por grandes banquetes teatrais”


A aristocrata italiana levou refinamento à cozinha francesa.


Na linha do tempo que conta a história da gastronomia há um capítulo especial dedicado à nobre italiana Catarina de Médici (1519-1589). Foram pouquíssimas as figuras femininas que se tornaram célebres nesse universo tradicionalmente dominado por homens. Catarina foi uma das exceções. Nascida em Florença, berço do Renascimento, ela viveu num cenário de mudanças, tanto nas artes e na ciência como também nos hábitos levados à mesa. Nesse período, que vai do século XIV e tem seu auge no século XVI, saem os banquetes medievais e entra em cena uma Itália que se tornou símbolo de refinamento. 

O uso do garfo, as peças esculpidas em metais de boa qualidade, os aparelhos de jantar, as toalhas bordadas e as porcelanas transformaram e sofisticaram o comportamento à mesa. É claro que estamos falando de um mundo particular, do qual apenas duques, condes e outros nobres faziam parte. Filha de banqueiro, Catarina bebia dessa fonte. 

“A corte dos Médicis era conhecida por grandes banquetes teatrais”, descreve Roy Strong em seu livroBanquete: Uma História Ilustrada da Culinária, dos Costumes e da Fartura à Mesa (Editora Jorge Zahar, 2004). Strong conta que a refeição do Renascimento italiano tinha, entre outras coisas, hortaliças e uma mesa lateral em que se expunham e serviam pratos frios. Havia preferência pelas carnes brancas, como vitela e caça, indicadoras de status. 

Da Itália para a França 

É curioso notar que a gastronomia francesa, referência quando o assunto é a cozinha clássica, só começou mesmo a deslanchar quando Catarina de Médici se casou, em 1553, com o futuro rei francês Henrique II. Ela tinha apenas 14 anos na época. Ao mudar-se para Paris, a aristocrata florentina arrastou consigo um séquito de serviçais, amas e, claro, cozinheiros e confeiteiros. Na mala, carregou pratarias, porcelanas, louças e ainda alcachofras, trufas, cogumelos. Mas, sobretudo, a noção de refinamento à mesa.

“Catarina trouxe seus hábitos e passou a ser observada pelas cortes francesas”, explica Wanessa Asfora, professora de história da gastronomia do Senac-SP. Embora esse seu novo comportamento possa ter causado estranheza no início, aos poucos passou a ser imitado. “Naquele momento, a Itália estava associada à sabedoria renascentista, era oficialmente mais herdeira do passado clássico e, por isso, acabava exercendo certo fascínio sobre os franceses”, deduz Wanessa. 

Catarina serviu de inspiração: do elementar (mas até então desprezado) hábito de lavar as mãos antes das refeições, ao uso de louças e talheres decorados e até da escolha do ambiente e da música mais adequados para o ritual à mesa.

De prato em prato 

Consta dos livros que não faltava apetite à rechonchuda Catarina. Ela não se intimidava nos banquetes, era chegada em ensopados e tinha profundo apreço pelos doces que, graças a ela e seus confeiteiros, passaram a ser preparados com açúcar na França – onde, até então, eram feitos apenas de mel. Abaixo, veja algumas sobremesas que ganharam fama na cozinha francesa pelas mãos de uma nobre e gulosa italiana.
- macarron: o biscoitinho de farinha de amêndoa nasceu ‘maccherone’ no século XVI. Levado para Paris por Catarina, mais tarde ganhou recheio e assumiu a forma irresistível da guloseima tal qual a conhecemos hoje.
- sorvete: o italiano Marco Polo trouxe a receita em uma de suas viagens à China, mas ela não teria saído da Itália até meados do século XVI, quando um dos cozinheiros de Catarina introduziu a sobremesa gelada na corte francesa.
- bolos decorados: no casamento de Catarina com Henrique II, um bolo criativo, feito em andares, impressionou os convidados. A partir daí, bolos incrementados assim passaram a ser sinônimo de status.
- profiterole: hoje muito popular na França, foi considerada uma iguaria real no século XVI. Reza a lenda que o docinho também fez parte do receituário dos cozinheiros de Catarina.
comida.ig.com.br

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Pessego

Olá, como vai?
O pêssego é o fruto carnoso originário do pessegueiro. Quando está fresco é a fruta que menos possui caloria (35 cal) sendo muito recomendada em dietas ou para quem deseja manter o peso.


Flor do pessegueiro

Além de beneficiar o organismo em relação a pouca caloria, o pêssego possui vitamina A, C, D, sais minerais, ferro, fósforo, iodo, cobre, manganês, carboidratos, fibras e cálcio. Pelos nutrientes que possui, beneficia o intestino, evita problemas na pele, no aparelho digestivo, no sistema nervoso, reumatismos, reduz o colesterol do sangue e outros.


Pessego
Pode ser consumido em forma de suco, geléia, doces, bolos, tortas e puro. Ao comprar pêssego é necessário atentar para as suas características. A fruta deve estar com a casca firme e sem marcas de insetos. Para melhor conservação guarde-a em geladeira.


Pessegueiro
O cultivo do pêssego se restringe ao sul e sudeste brasileiros, pois para se desenvolver normalmente o pessegueiro necessita de baixas temperaturas.


Por Gabriela Cabral
Equipe Brasil Escola

domingo, 15 de abril de 2012

Cherimoia






Cherimoia
Parecida com a fruta-do-conde, tem polpa cremosa e doce e sementes escuras, que não devem ser ingeridas. O sabor lembra uma mistura de banana, abacaxi, mamão, pêssego e morango - o tutti frutti clássico. Essa fruta encontrada em países sul-americanos fornece vitamina A e muitas fibras.
Foto: Getty Images
mdemulher.abril.com.br


Também conhecida  como Cheremoya e Cherymoya, a Annona Cherimola Mill por nós brasileiros conhecida como Cherimóia, é oriunda dos Andes ocorre espontaneamente  (Equador e Peru).  Calcula-se que os Incas cultivavam cerca de setecentas espécies vegetais, dentre essas espécies a Cherimóia.
Da família das Anonáceas a qual pertencem o Biribá, a Fruta-de-conde, o Araticum, a Graviolae a Atemoia, a Cherimóia esparramou-se desde o século XVIII  por todas as Américas, Europa, Madeira, Índia, Hawaí e demais regiões de clima ameno.  Propagada ao longo dos séculos por sementes, foram aparecendo numerosas variedades que diferem entre si por conta dos pormenores de seu formato, aspecto da casca, época de maturação,   características da polpa e quantidade de sementes.
saudepelasplantas.blogspot.com.b
A cherimóia é um fruto de polpa cremosa, branca, ligeiramente ácida e tem um frescor agradável ao paladar. Embora a cherimóia e seu híbrido, a atemóia, produzam somente uma vez por ano, florescem por diversos meses, sempre propiciando a colheita. São de fácil cultivo comparadas às outras plantas frutíferas, e pouco atingidas por parasitas. A cherimóia e a atemóia já podem ser consideradas a pinha da região sul. 
todafruta.com.br

sábado, 14 de abril de 2012

Estragão

O estragão é uma planta da família Artemísia bastante cultivada em todo o Brasil. A especiaria é conhecida também pelos nomes de losna-brava, artemígem, artemísia-verdadeira e erva–dragão. Na culinária suas folhas podem ser usadas frescas ou secas, são ótimas para realçar o sabor de alguns alimentos.  Existe registro do uso da erva na China há 2.000 a.C.  O estragão é um dos componentes da mistura “ervas finas”.
armazemdasespeciarias.com.br

sexta-feira, 13 de abril de 2012

13 de Abril - Dia do Jovem




No dia 13 de abril é comemorado o dia do jovem.
A juventude, segundo a Assembleia Geral das Nações Unidas, é a fase que acontece entre os quinze e vinte e quatro anos de idade, onde o jovem começa a apresentar sinais de maturidade diante da vida.
Nesse período, ocorrem algumas decisões que ficam para a vida toda, como a escolha da profissão, por exemplo. Além disso, as primeiras experiências profissionais, sexuais, o primeiro voto, sair da casa dos pais, dentre outras decisões, irão delimitar o futuro no mesmo.
Os jovens representam mais de um terço da população mundial, o que indica mais esperança de um mundo melhor.
Estudar, namorar, passear, se divertir deve fazer parte da vida dos jovens, pois esses precisam da convivência dos grupos para se integrar de forma correta à sociedade.
O jovem vai, aos poucos, se tornando uma pessoa mais responsável, mais segura de seus atos, tendo inclusive responsabilidades civis pelos mesmos. Se for uma pessoa de bem, responsável, é aceita pela sociedade. Se for uma pessoa rebelde, irresponsável, que não respeita os direitos dos outros e infringe as leis, será punida por isso.
Muitos jovens não têm oportunidades diante da vida, como estudar, ter uma casa e uma família, e se tornam discriminados socialmente. Ficam marginalizados, presos sob as dependências de oportunidades oferecidas pelos governantes, o que não acontece para todos.
Porém, segundo a Constituição Brasileira, todos os jovens têm o direito de receber do Estado: saúde, educação, moradia, oportunidade de trabalho, etc. Dessa forma, vemos que os governantes não cumprem com suas responsabilidades, prejudicando o futuro de muitos jovens.
É importante cobrar dos mesmos os direitos que estão garantidos pela Constituição Federal do país, pois dessa forma os jovens terão melhores oportunidades para suas vidas.
Por Jussara de Barros
Graduada em Pedagogia
Equipe Brasil Escola

Fortaleza - CE

Aniversário da cidade - 13 de Abril.

bandeira Ceará
Bandeira do Ceará





..."Onde quer que teus filhos estejam,

Na pobreza ou riqueza sem par,

Com amor e saudade desejam

Ao teu seio o mais breve voltar.

Porque o verde do mar que retrata

O teu clima de eterno verão

E o luar nas areias de prata

Não se apagam no seu coração"...







Fortaleza foi fundada em 13 de abril de 1726. A capital do Ceará hoje é conhecida por seu litoral com praias que atraem turistas do mundo inteiro. Da Praia do Futuro até Barra do Ceará, a cidade respira turismo.



Planetário Rubens de Azevedo, importante ferramenta de divulgação científica da cidade.

UM MAR DE HISTÓRIA
Bem antes de 1726, Fortaleza já existia. O povoado data de 1604 quando o português Pero Coelho de Souza lá aportou. Ergueu o Fortim de São Tiago às margens do rio Ceará e chamou o povoado em volta de Nova Lisboa.
Oito anos depois, novos portugueses, comandados por Martins Soares Moreno, estabeleceram na cidade um posto de defesa na tentativa de expulsar os franceses. E trocaram o nome do forte para São Sebastião.
Sem os franceses, não tardaram a aparecer novos invasores. Os holandeses dominaram a região até 1644. Construíram o Forte Schooneborck, rebatizado de Fortaleza de Nossa Senhora de Assunção pelos portugueses que lá voltaram para retomar as terras.
Foi com este nome que o povoado foi elevado à condição de cidade em 1726. A nova denominação foi sendo reduzida ao longo dos anos até ficar somente Fortaleza.

CULINÁRIA

Através da culinária se pode conhecer muito da cultura de um lugar. Em Fortaleza, como em todo Ceará, encontramos um pouco dos hábitos alimentares dos portugueses, índios e africanos. Graças a essa mistura, veja como é diversificada a culinária cearense.

Na mesa não pode faltar...

Macaxeira, batata-doce, coco e milho, com os quais se faz bolos, cuscuz, mungunzá, canjica, pamonha e pé-de-moleque. Um dos pratos típicos da região é o baião-de-dois, feito com feijão, arroz, manteiga e queijo de coalho.

Carne seca

Com ela se faz a paçoca (carne misturada com farinha de mandioca) que acompanha o baião-de-dois.

Outros pratos típicos

A panelada, a buchada e o sarrabulho (ou sarapatel).

Pratos com sabor de mar...

Lagosta, inúmeras variedades de peixes, camarão, caranguejo e pratos como a peixada, o camarão ensopado a alho e óleo, o caranguejo cozido, as patinhas a milanesa e o casquinho de caranguejo.

Da cana-de-açúcar...

É extraído o caldo para tomar puro ou fazer rapadura e cachaça.
Para não descuidar da saúde, tem fruta para todos os gostos...
Caju, mamão, coco, manga, goiaba, maracujá, cajá, entre outras.

A cajuína...

É extraída do caju para se tornar uma bebida fermentada de gosto doce e suave.
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quinta-feira, 12 de abril de 2012

Cardamomo


...diz a lenda que Cleópatra perfumava seu palácio com cardamomo quando recebia a visita de Marco Antonio...



O cardamomo tem um sabor cítrico que combina bem com canela, gengibre e cravo. Cardamomo (Elettaria cardamomum) é a semente de uma planta perene da família Zingiberacea, a mesma do gengibre. Apesar de ser uma das especiarias mais caras do mundo – só fica atrás do açafrão -, é usada há séculos para fins medicinais, espirituais e culinários. Nativa da India, foi plantada no jardim do rei da Babilônia em 721 aC e introduzida na Europa pelos soldados de Alexandre O Grande em 325 aC. Os romanos e gregos a usavam não só na culinária mas também como perfume. Diz a lenda que Cleópatra perfumava seu palácio com cardamomo quando recebia a visita de Marco Antonio. O cardamomo tem propriedades antioxidantes e é utilizado na medicina natural como antisséptico, digestivo, diurético e expectorante.

quarta-feira, 11 de abril de 2012

Leite Condensado

...uma doce invensão patenteada em 1856...



UMA DOCE HERANÇA

Mocinha | Leite CondensadoMilkmaid
O Leite Condensado surgiu quando o norte-americano Gail Borden, tentando desidratar o leite comum, descobriu que, antes de transformar-se em leite em pó, o produto se tranformava em leite condensado.
A invenção de Borden, patenteada em 1856, só foi valorizada quando estourou a Guerra Civil Americana, quatro anos depois. Transportando leite em pó e leite condensado para as tropas – e depois colocando esses produtos no mercado – Gail Borden ficou rico.
O leite condensado comercial possui uma alta adição de açúcar, mas existe variades in natura que é o leite evaporado, e não contém açúcar.
Possui como ingredientes em sua composição: leite integral, açúcar, leite em pó integral e lactose.

Fonte - leitecondensado.com



terça-feira, 10 de abril de 2012

Bolo Julieta

Olá, como vai?
Este bolo é delicioso e simples de preparar, sendo ótimo para marcar um momento especial. Mais do que o modo de confeção, são os ingredientes que tornam este bolo único e envolvente. Dentre eles destacam-se a geleia de cereja, o chocolate preto e o vinho Marsala, todos eles capazes de marcar uma sobremesa de cariz romântico…

Bolo Julieta

Ingredientes:

1 frasco de geleia de cereja
1 limão
100 g de chocolate preto
2 pães de ló com 24 cm de diâmetro
200 g de açúcar
70 g de farinha
750 ml de leite
8 ovos
vinho Marsala

Confeção:

Deite as gemas numa caçarola, adicione o açúcar e bata.

Junte a farinha de trigo e continue a bater, para evitar que se formem grumos.

Aos poucos, junte o leite fervido e as cascas de limão.

Leve ao lume brando e, quando o creme ferver, cozinhe durante 2 minutos, sem parar de mexer.

Tire do lume, retire as cascas de limão e deite numa tigela, mexendo de vez em quando, para evitar que se forme uma película na superfície.

Raspe com cuidado a côdea escura dos pães de ló. Divida-os em quatro partes, cortando no sentido horizontal.

Coloque uma das partes no prato em que vai servir, umedeça bem com vinho Marsala e espalhe um pouco da geleia e uma camada de creme frio.

Repita as camadas sucessivamente até terminarem os ingredientes, sendo que a última camada deve ser de creme.

Polvilhe a superfície do bolo com o chocolate ralado e guarde no frigorífico até ao momento de servir.

Sabia que…

O vinho Marsala é produzido nos arredores da cidade italiana de Marsala, na Sicília.
Este vinho caracteriza-se por uma intensa cor âmbar e aroma complexo. O Marsala é frequentemente usado em culinária, na elaboração de molhos e sobremesas.

Fonte - http://www.docesregionais.com/bolo-julieta/

Abricó



Abricó





Nome da fruta: AbricóNome científico: Mammea americana LFamília: GutiferaeCategoria: SemiácidaSinônomos: abricó-do-pará, abricó-selvagem, abricó-de-são-domingos. Possui as vitaminas A, B1, B2, B5, e C.O abricó tem larga aplicação na medicina popular, especialmente no combate a cálculos renais, gota, ácido úrico, arteriosclerose (endurecimento das paredes das artérias), combate todo tipo de tumor, fortalece os dentes, previne a piorreia, hipertensão arterial e a deficiência de vitaminas B1 (tiamina) e C.O fruto tem o tamanho de uma laranja. Sua polpa é da mesma cor da abóbora. O fruto é consumido ao natural, pode-se também fazer doce. Das suas sementes se extrai um azeite que, aplicado no couro cabeludo, evita a queda de cabelos.Fonte: Livro As 50 Frutas e Seus Poderes Medicinais

segunda-feira, 9 de abril de 2012

As ervas do sítio...



Em 'As ervas do sítio', a autora resgata a história e as tradições relativas a trinta ervas, que foram catalogadas na obra. Entre as ervas estão a babosa, a camomila, a erva-cidreira e o manjericão. O livro também inclui um glossário com nomes científicos e populares das espécies.




As Ervas do Sítio - 12ª Ed.   



"As Ervas do Sítio", obra que introduz o leitor ao rico universo verde. Aqui se aprende a plantar, a cuidar e a usar da melhor maneira dezenas de espécimes. Trata-se de um passaporte para que o ser humano, cada vez mais envolvido pelas atribulações da vida moderna, recupere conhecimentos antigos e a cada dia mais úteis. 




domingo, 8 de abril de 2012

Cuiabá-MT

Aniversário da cidade - 8 de abril.

bandeira Mato Grosso
Bandeira do Mato Grosso


No dia 8 de abril de 1719, Cuiabá foi fundada por Antônio Pires de Campos. Mas a condição de cidade só veio em 1818. Sete anos mais tarde, tornou-se capital do estado de Mato Grosso.
Chamada de "cidade verde", Cuiabá é uma das principais atrações turísticas do estado por abrigar a região conhecida como Pantanal e a Chapada dos Guimarães.
portalsaofrancisco.com.br



Casarões antigos na Praça da Catedral





Museu Rondon do Índio





Espaço Cultural Arsenal do SescAdicionar legenda




Bacia do rio Cuiabá


Cidade histórica, Cuiabá conserva inúmeros prédios históricos e foi cenário de grandes disputas territoriais, em especial na Guerra do Paraguai. Fundada por bandeirantes paulistas em 1719, a cidade é cortada pelo rio Cuiabá, um dos principais afluentes do rio Paraguai. Foi destino de exploradores e aventureiros em busca de ouro e diamantes.

Hoje em dia é bastante procurada para o turismo de negócios e eventos. A cidade foi escolhida como uma das 12 sedes da Copa do Mundo de 2014 Sua localização é bastante privilegiada, pois está na "porta" da Amazônia, na entrada do Pantanal e a poucos quilômetros da famosa Chapada dos Guimarães. Portanto, Cuiabá e o centro de todas essas atrações. É só escolher a direção.



Centro GeodésicoO ponto mais central da América do Sul foi demarcado pela Comissão Rondon, em 1909. O monumento, que exibe uma placa com as coordenadas da cidade, fica na Praça Moreira Cabral, perto da Assembléia Legislativa de Mato Grosso. Apesar de ser um dos pontos turísticos de Cuiabá, as pesquisas mais recentes indicam que o centro geodésico fica, na verdade, na Chapada dos Guimarães.  
Museu Rondon do ÍndioPossui acervo de várias etnias indígenas, com fotos, livros, artesanato, vestimentas e utensílios. É também um centro de pesquisa, catalogação e valorização da cultura indígena. 
turismobrasil.gov.b